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Amazonas

Pesquisa do IBGE: volume de serviços cai 1,3% no Amazonas na passagem de março para abril

A receita do setor caiu -1,9% na passagem de março a abril no Estado. No acumulado do ano, o saldo é positivo, de 9,7%. Nos últimos 12 meses, 2,2%.

O volume de serviços caiu 1,3% no Amazonas na passagem de março para abril, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada, hoje (11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o setor, estado, quebra uma sequência de crescimento de dois meses, de 1,7% em fevereiro e 0,5% em março. No Estado, o volume de serviços tem saldo positivo de 10,3% e janeiro a abril e de 3,6% nos últimos 12 meses.

A receita do setor caiu -1,9% na passagem de março a abril no Estado. No acumulado do ano, o saldo é positivo, de 9,7%. Nos últimos 12 meses, 2,2%.

Na média nacional, o volume de serviços cresceu 0,7% no período. Com isso, o setor recuperou uma pequena parte da queda registrada em março (-3,1%), mas ainda está 1,5% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado, período pré-pandemia.

Regionalmente, 13 das 27 unidades da federação cresceram no volume de serviços em abril, frente ao mês anterior. Entre os locais com taxas positivas, o impacto mais importante veio de São Paulo (0,5%), seguido por Distrito Federal (4,8%) e Paraná (1,5%). Por outro lado, Minas Gerais (-1,0%) e Mato Grosso (-2,4%) registraram as principais retrações no período.

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O resultado do setor em abril foi puxado por apenas duas das cinco atividades investigadas: informação e comunicação (2,5%), impulsionada pelos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações; e serviços prestados às famílias (9,3%), liderados, principalmente, pelos restaurantes.

“Esse resultado dos serviços prestados às famílias deve ser relativizado, já que em março eles caíram 28,0%, no momento em que houve decretos estaduais e municipais que restringiram o funcionamento de algumas atividades para controle da disseminação do vírus. Isso fez o consumo reduzir significativamente naquele mês, então em abril houve um crescimento maior por conta da base de comparação muito baixa”, analisa o gerente da pesquisa do IBGE, Rodrigo Lobo.

Entre as outras atividades, os serviços profissionais, administrativos e complementares recuaram 0,6%, segunda taxa negativa seguida no período março-abril (-2,0%). Outros serviços também caíram 0,9%, eliminando pequena parte do ganho acumulado de 6,2% entre fevereiro e março. Já o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio ficou estável (0,0%), após ter recuado 3,1% em março.

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