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Amazonas

Mesmo com alta da gasolina, etanol ainda não é vantajoso no Amazonas, aponta ANP

Levantamento mensal da ANP apontou que etanol só está mais vantajoso em dois estados, apesar da alta da gasolina.

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Mesmo com os últimos aumentos no preço da gasolina, abastecer com etanol não é vantajoso na maioria dos estados do país, inclusive no Amazonas, segundo o levantamento periódico feito ela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Na média nacional, os preços da gasolina subiram 2,54% na semana passada, segundo aANP, após a disparada da cotação do petróleo no mercado internacional em meio à Guerra no Oriente Médio.

A ANP fez coleta de preços de álcool e gasolina em 26 unidades da federação (no Amapá, não houve postos pesquisados com bombas de etanol). E apenas em Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul o preço médio do etanol estava igual ou abaixo de 70% do preço médio da gasolina, parâmetro segundo o qual passa a ser vantajoso abastecer com álcool. Acima desse patamar, vale mais a pena usar gasolina.

A pesquisa da ANP aponta o preço médio nos postos pesquisados em cada estado. Então, em alguns casos, vale fazer a conta para ver se, no posto específico em que o motorista está abastecendo, o etanol pode estar mais vantajoso.

Basta dividir o preço do etanol pelo preço da gasolina e se o resultado encontrado for inferior a 0,7 (ou 70%), abastecer com álcool, na maioria dos veículos, será mais vantajoso.

Em São Paulo e no Paraná, por exemplo, a pesquisa da ANP aponta uma relação média de 71% entre etanol e gasolina. Ou seja, nesses estados, é provável que, em alguns postos, o álcool esteja mais vantajoso.

Confira abaixo como era esta relação entre preço do etanol e da gasolina pelo Brasil:

Acre: 76%
Alagoas: 78%
Amazonas: 76%
Bahia: 75%
Ceará: 77%
Distrito Federal: 79%
Espírito Santo: 77%
Goiás: 73%
Maranhão: 80%
Mato Grosso: 70%
Mato Grosso do Sul: 69%
Minas Gerais: 75%
Pará: 75%
Paraíba: 73%
Paraná: 71%
Pernambuco: 79%
Piauí: 77%
Rio de Janeiro: 80%
Rio Grande do Norte: 84%
Rio Grande do Sul: 80%
Rondônia: 78%
Roraima: 74%
Santa Catarina: 76%
São Paulo: 71%
Sergipe: 73%
Tocantins: 78%


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