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Amazonas

Deputado estadual do Solidariedade comemora ação em defesa da Zona Franca e critica “omissão” de Wilson Lima

Por meio das redes sociais, Ricardo Nicolau afirmou que a medida deveria ter sido feita pelo Estado ainda em fevereiro, mês do primeiro decreto.

O deputado estadual Ricardo Nicolau (Solidariedade) comemorou nesta quinta-feira, 21, a iniciativa da Executiva Nacional do Solidariedade em ingressar com a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto federal que ameaça mais de 500 mil empregos gerados pela Zona Franca de Manaus (ZFM). O parlamentar disse que o governador Wilson Lima é omisso por se recusar a defender o Amazonas na Justiça mesmo quase 60 dias depois do primeiro decreto.

Por meio das redes sociais, Ricardo Nicolau afirmou que a medida deveria ter sido feita pelo Estado ainda em fevereiro, mês do primeiro decreto que reduziu em 25% a alíquota do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), e destacou a importância da ADI no STF em defesa do povo amazonense. A medida foi anunciada na última quarta-feira, 20, após articulação feita pela bancada federal do Amazonas com o presidente nacional do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força.

“Desde o começo, eu solicitei ao governador Wilson Lima que entrasse com a Ação Direta de Inconstitucionalidade pois o governo tem prerrogativa. Se eu tivesse legitimidade, eu teria entrado no primeiro dia e não deixaria que o ataque tivesse acontecido sem uma ação enérgica e rápida em defesa dos empregos no Amazonas. A boa notícia é que o meu partido Solidariedade vai entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal para resgatar a Zona Franca e os empregos. Se Deus permitir, teremos a vitória e, assim, poderemos garantir os empregos e ter a estabilidade jurídica para trazer novas empresas para o Amazonas”, ressaltou.

Ricardo Nicolau, que é presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), criticou a postura apática do atual governador em reagir contra os ataques do governo federal ao modelo econômico do Estado.

“O governo do Estado nãoj pode esperar as empresas começarem a fechar as portas para agir. O Amazonas precisa muito da Zona Franca intacta para criar novas oportunidades de emprego e renda para a população. Não podemos admitir esse novo ataque e o governo tem o dever de combatê-lo, nem que seja na Justiça”, cobrou o presidente da CAE, no mês passado.

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