Amazonas
Comércio varejista do Amazonas cresceu 0,6% em 2025, aponta Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
No Brasil, na série sem ajuste sazonal, frente a dezembro de 2024, o comércio varejista apresentou crescimento de 2,3%, acumulando expansão de 1,6% em 2025.
As vendas do comércio varejista no Amazonas caíram 3,2% em dezembro ante novembro, e 1,5% com relação a dezembro de 2024, na série com ajuste sazonal, fechando o ano passado com crescimento de 0,6%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com relação ao comércio varejista ampliado, que inclui que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, a variação também foi negativa em 3% em dezembro de 1,2% ao longo de 2025.
Cenário Nacional
As vendas do comércio varejista caíram 0,4% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal. O resultado foi mais negativo do que a mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, de queda de 0,1%, com intervalo entre -0,9% e +0,8%.
Na comparação com dezembro de 2024, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 2,3% em dezembro, abaixo da medianas da projeção, de avanço 2,5%, com intervalo positivo entre 0,9% e 8,6%. No ano, houve alta de 1,6%, ante avanço de 1,5% até novembro, em linha com a mediana das estimativas, que variavam de 1,4% a 2,2%.
No caso do varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção, de veículos e de atacado alimentício, as vendas caíram 1,2% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal. O resultado veio também mais negativo que a mediana das projeções, de queda de 1%, com intervalo entre -2,4% e +0,2%.
Na comparação com dezembro de 2024, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 2,8% em dezembro último, um pouco abaixo da mediana das estimativas, de aumento de 2,9%. No ano, as vendas do comércio varejista ampliado acumularam avanço de 0,1% no ano, também em linha com a mediana, com estimativas que variavam de -0,3% a +2,3%.
Houve crescimento em Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,5%), Móveis e eletrodomésticos (4,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%), Tecidos, vestuário e calçados (1,3%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).
Na direção oposta, o recuo ocorreu em Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%). No varejo ampliado – que inclui os segmentos de veículos, material de construção e atacado alimentício -, as vendas subiram 0,1% em 2025. O volume vendido por Veículos, motos, partes e peças encolheu 2,9%, Material de Construção teve queda de 0,2%, e Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo caiu 2,3%.
O IBGE revisou o resultado das vendas no varejo ampliado em novembro ante outubro, de uma alta de 0,7% para uma elevação de 0,6%. No varejo restrito, a taxa de novembro ante outubro foi mantida em alta de 1,0%.
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