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Amazonas

Após queda de 10,9% em janeiro, indústria amazonense sofreu retração de 0,9%, em fevereiro, diz IBGE

A variação foi semelhante à média nacional, que sofreu queda de 0,7%, em fevereiro.

Indústrias

A produção industrial do Amazonas sofreu queda acentuada em janeiro de 2021 (-10,9%), em relação a dezembro de 2020, durante o pico da pandemia de Covid-19 no Estado e, em fevereiro, apresentou nova queda, em relação a janeiro (-0,9%). É o que informa a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (8) pelo IBGE. Na comparação com janeiro, a indústria amazonense registrou em fevereiro de 2021 uma queda de 0,9%.

A variação foi semelhante à média nacional, que sofreu queda de 0,7%, em fevereiro. A diferença é que a indústria amazonense apresentou queda acentuada de 10,9% em janeiro, durante o pior momento da pandemia no Estado, e também em dezembro de 2020 (-5,7%); meses em que a indústria nacional registrou variação positiva (0,4%, em janeiro, e 0,8%, em dezembro).

Na comparação entre o resultado de fevereiro de 2021 com mesmo mês do ano anterior, houve queda de 9,9%. Em nível nacional, o desempenho da indústria no mesmo período foi positivo (0,4%).

No acumulado do ano, a variação foi de -9,8%, depois de -9,7% no mês anterior. O resultado do Amazonas na variação acumulada do ano foi o segundo pior entre as unidades pesquisas, em fevereiro. Em nível nacional, o desempenho da indústria, no mesmo período, é positivo (1,3%).

O desempenho dos últimos doze meses, em fevereiro, no Amazonas, ficou em -7,3%, contra -4,2% de desempenho nacional.

Variação mês/mês anterior

O desempenho da indústria amazonense em fevereiro de 2021, de -0,9%, em relação ao mês de janeiro, foi o 6º melhor, ainda que negativo, na comparação entre as 15 unidades da federação pesquisadas. Os piores desempenhos foram os do Ceará, com -7,7%, Pará, com -7,4% e Bahia, com -5,8%. Os melhores foram os do Mato Grosso, com 7,3%, Espírito Santo, com 4,6% e Goiás, com 2,0%.

Variação mensal

O desempenho da indústria amazonense de -9,9%, em fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano anterior, posicionou o Amazonas como o 4º pior resultado entre as unidades da federação pesquisadas. Os três piores desempenhos foram os da Bahia, com -13,9%, Pará, com -13,9%, e Espírito Santo, com -11,5%. E os melhores foram os de Santa Catarina, com 8,1%, Rio Grande do Sul, com 7,9%, e Minas Gerais, com 5,8%.

Variação acumulada do ano

O desempenho da indústria amazonense de -9,8%, em fevereiro de 2021, em relação ao mesmo período do ano anterior, foi o segundo pior resultado entre as 15 unidades da federação pesquisadas. Os piores desempenhos foram os da Bahia, – 18,0%, Amazonas, com -9,8%, e Espírito Santo, com -9,3%. E os melhores desempenhos foram os de Santa Catarina, com 9,5%, Rio Grande do Sul, com 8,4% e Minas Gerais, com 7,8% de variação.

Desempenho por atividades

Apesar da queda no desempenho da indústria amazonense, algumas atividades tiveram variação positiva em fevereiro, com relação a janeiro de 2021. A saber: a fabricação de produtos de borracha e de material plástico (49,1%), a Fabricação de máquinas e equipamentos (25,5%), a Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,3%) e a Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (10,4%). As demais atividades tiveram resultado negativo.

As atividades da indústria que tiveram maiores quedas foram a impressão e reprodução de DVDs e discos (-71,1%), a categoria “Outros equipamentos de transporte” (-26,1%), a Fabricação de bebidas (-23,5%), Indústrias de transformação (-10,1%), a Fabricação de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (-5,1%), Indústrias Extrativas (4,9%) e a Fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,5%).

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