Conecte-se conosco

Amazonas

Amazonas perde participação na receita bruta comercial de revendas da Região Norte

No caso do Norte, Amazonas e Pará foram responsáveis, conjuntamente, por 63,6% da receita bruta de revenda da região em 2017, embora Amazonas tenha perdido participação.

O Amazonas perdeu 8 pontos percentuais (p.p.) de participação na receita bruta comercial de revendas (receita auferida com a venda de mercadorias antes de serem descontados os impostos, deduções e similares) da Região Norte, em 2017, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Pesquisa Anual do Comércio (PAC) trouxe os dados consolidados do comércio em 2017.

No caso do Norte, Amazonas e Pará foram responsáveis, conjuntamente, por 63,6% da receita bruta de revenda da região em 2017, embora Amazonas tenha perdido participação, na comparação com 2008, em contraposição ao ganho de 3,1 p.p. do Pará e a ampliação de importância do Tocantins.
A participação da receita bruta do Amazonas na Região ficou em 25,6%, em segundo lugar , após o Pará, com participação de 38%.

Brasil

A pesquisa mostra que, em todo o País, mais de 411 mil postos de trabalho e 80 mil empresas fechadas em quatro anos. Em 2017, havia no país pouco mais de 1,5 milhão de empresas do ramo comerciário, que empregavam 10,2 milhões de trabalhadores. Em 2014, eram cerca de 1,6 milhão de empresas e mais de 10,6 milhões de ocupados no setor – uma queda, respectivamente, de 5% e 3,9% no período.
A PAC mostrou que também houve mudança na destruição regional do setor, com perda de participação da Região Sudeste. Segundo o levantamento, em 2008 o Sudeste respondia por 53,1% da receita bruta de revenda do comércio nacional. Em 2017, esse percentual caiu para 50,5% – uma perda de 2,6 p.p.

O Sul também registrou perda de participação, passando de 20,3% para 20% (-0,3 p.p.). As demais regiões, porém, tiveram aumento dessa receita: o Nordeste, de 14,3% para 15% (0,7 p.p.); o Centro Oeste de 8,8% para 10,1% (1,3 p.p.), e o Norte de 3,5% para 3,6% (0,1 p.p.).

Clique para comentar

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *