Amazonas
Sindicato dos transportes especiais de Manaus negocia reajuste salarial e anuncia fim da paralisção
A negociação encerrou a paralisação dos trabalhadores do setor, que não aceitaram uma contraproposta de reajuste de 3% e pararam o transporte de funcionários de fábricas do Polo Industrial de Manaus.
O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especiais de Manaus (Sindespecial) informo que negociou com Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento do Estado do Amazonas (Sifetran) um reajuste salarial de 5,5%, vale alimentação de R$ 500 e cesta básica de R$ 520.
Acordo encerra paralisação no transporte especial
A negociação encerrou a paralisação dos trabalhadores do setor, que não aceitaram uma contraproposta de reajuste de 3% e pararam o transporte de funcionários de fábricas do Polo Industrial de Manaus, nesta quinta-feira (20/08. O movimento afetou o funcionamento de de fábricas do Polo Industrial de Manaus (PIM).
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) informou que oficiou formalmente, nesta quinta-feira (20), a Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) e a Procuradoria Regional do Trabalho da 11ª Região (PRT-11/MPT) acerca da paralisação promovida pela categoria dos trabalhadores do transporte especial (fretamento).
Bloqueios atingiram acessos ao Distrito Industrial
A mobilização, segundo a Suframa, alcançou diferentes pontos da cidade, com bloqueios em importantes vias de acesso ao Distrito Industrial, incluindo trechos da Avenida Grande Circular e as rotatórias conhecidas como ‘Bola da Suframa’ e B’ola da Samsung’, além de outras vias relevantes para o deslocamento de trabalhadores e para o fluxo de veículos destinados ao PIM.
Segundo a Suframa, a situação comprometeu diretamente o deslocamento de expressivo contingente de trabalhadores ao Distrito Industrial de Manaus, com reflexos sobre o funcionamento das empresas instaladas no PIM.
Paralisação ameaçava linhas de produção do PIM
E a continuidade desse cenário poderia ocasionar a paralisação ou redução de linhas de produção, além de repercutir nas cadeias de suprimento, no cumprimento de prazos contratuais e, de forma mais ampla, na atividade econômica e na política de desenvolvimento regional da Zona Franca de Manaus.
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