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Economia

Região Norte registra segunda maior inadimplência do aluguel em maior, aponta Índice da Superlógica

Na média nacional, em relação ao tipo de imóvel, a taxa de inadimplência de apartamentos aumentou para 2,35% em maio, e de casas foi para 3,69%.

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A inadimplência do aluguel na Região Norte foi a segunda mais alta entre as regiões do país em maio, alcançando 4,38%, contra 3,22% da média nacional segundo dados são do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL) da Superlógica. O IIL considera como inadimplência os boletos que estão há mais de 60 dias sem pagamento ou que foram pagos com atraso de mais de 60 dias.

regiao-norte-registra-segunda-Os dados do levantamento realizado pela Superlógica Imobi em maio de 2026 indicam aumento na taxa de inadimplência locatícia no Brasil. Com 3,22% de inadimplência, houve variação de 0,04 ponto percentual em relação ao mês anterior.

A região nordeste apresentou a maior taxa de inadimplência locatícia (5,39%), seguida pelo norte (4,38%) e sudeste (3,15%). As regiões centro-oeste e sul figuram no levantamento com taxas de 2,85% e 2,67%, respectivamente.

Em relação ao tipo de imóvel, a taxa de inadimplência de apartamentos aumentou para 2,35% em maio, e de casas foi para 3,69%. Os imóveis comerciais tiveram 4,39% de inadimplência.

Nos imóveis residenciais a maior taxa de inadimplência foi na faixa de aluguel até R$ 1.000,00 (6,31%), enquanto a menor foi de imóveis de R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00 (1,91%). Já em relação aos imóveis comerciais a faixa até R$ 1.000,00 trouxe a maior taxa (7,60%), e a menor foi na faixa de R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00, de 3,52%.

Preços

No acumulado do ano até abril, a alta no preço da locação residencial foi de 3,51%, superando a inflação (2,60%) e também o IGP-M (2,93%), segundo o Índice Fipezap de Locação Residencial. Os aumentos abrangeram 33 das 36 localidades monitoradas pelo índice, incluindo 21 das 22 capitais analisadas.

regiao-norte-registra-segunda-Manaus teve a maior alta no custo entre janeiro e abril deste ano. Os preços na capital do Amazonas dispararam 11,56%. O índice se aproxima da taxa de juros básica da economia, a Selic, atualmente em 14,50%, e é superior a taxa de juros de 10% ao ano praticada na última faixa do programa Minha Casa Minha Vida, que financia imóveis para quem possui renda de até R$ 13 mil. O metro preço médio do metro quadrado na cidade foi de R$ 53,32, com rentabilidade média de 8,38% ao ano.


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