Economia
Veja o calendário do abono salarial, quem tem direito e como consultar
O benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme o número de meses trabalhados em 2024, ano-base utilizado para o cálculo
Os pagamentos do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, seguem o calendário estabelecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No dia 15 deste mês, será liberado um novo lote para trabalhadores nascidos em julho e agosto.
O benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme o número de meses trabalhados em 2024, ano-base utilizado para o cálculo, e pode ser consultado pela Carteira de Trabalho Digital. Recebe o valor máximo quem trabalhou durante os 12 meses do ano.
Segundo o governo federal, os pagamentos do calendário de 2026 começaram em fevereiro e os valores poderão ser sacados até 30 de dezembro deste ano. Ao longo do exercício, o MTE estima beneficiar 25,4 milhões de trabalhadores, com liberação total de R$ 32 bilhões.
Como será o pagamento
O crédito do benefício será feito diretamente em conta-corrente, poupança ou conta digital social da Caixa, no caso dos trabalhadores da iniciativa privada. Quem não tiver conta poderá sacar o dinheiro em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui.
Para os servidores públicos, o Banco do Brasil fará o pagamento preferencialmente por crédito em conta, TED ou Pix. Trabalhadores sem conta bancária poderão realizar o saque presencialmente nas agências.
Quem tem direito
Para ter direito ao abono salarial, o trabalhador precisa estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado com carteira assinada ou em cargo público por ao menos 30 dias em 2024 e ter recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766 no período.
Também é necessário que o empregador tenha informado corretamente os dados do funcionário na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou no eSocial.
As regras para o benefício ficaram mais rígidas neste ano. Antes, o limite para recebimento era de até dois salários mínimos mensais. Agora, o teto passou a ser de R$ 2.766 de remuneração média por mês.
As informações são do Extra.
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