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Brasil

Presidente Lula cita preocupação com guerra no Irã e defende preparo militar do Brasil

Após encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, Lula defendeu a ideia de que países desenvolvidos como o Brasil

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou nesta segunda-feira (9) preocupação com os efeitos da escalada de tensão no Oriente Médio e com a guerra no Irã. Segundo o petista, o conflito representa uma “grave ameaça à paz e à segurança internacional”.

Após encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, Lula defendeu a ideia de que países desenvolvidos como o Brasil e o país africano precisam se preparar militarmente no atual cenário global.

“Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. Essa é uma coisa que o Brasil tem necessidade similar à necessidade da África do Sul, portanto a gente tem que juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode produzir junto, construir junto. Não precisamos ficar comprando dos senhores das armas”, declarou o chefe do Executivo em cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

Após encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, Lula defendeu a ideia de que países desenvolvidos como o Brasil e o país africano precisam se preparar militarmente no atual cenário global.

“Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. Essa é uma coisa que o Brasil tem necessidade similar à necessidade da África do Sul, portanto a gente tem que juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode produzir junto, construir junto. Não precisamos ficar comprando dos senhores das armas”, declarou o chefe do Executivo em cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

“Nossos países também possuem grande potencial na área de minerais críticos […] Nós precisamos ter um levantamento concreto do que a África do Sul tem de minerais críticos e terras raras”, disse Lula.

O Brasil tem a segunda maior reserva do mundo dos minerais críticos, considerados essenciais para a produção de veículos elétricos e de armas modernas.

A posição que vem sendo defendida pelo governo brasileiro é a do multilateralismo, ou seja, não fechar acordos exclusivos com nenhuma nação.

Outro ponto que também faz parte do pleito brasileiro é de que o Brasil não atue apenas como mero exportador de minerais críticos, apesar de o governo estar aberto a negociações com outros países. A ideia do presidente Lula é de que o processo de industrialização desses minérios ocorra no Brasil para agregar valor no país.

As informações são da CNN


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