Amazonas
Sindicatos se mobilizam para garantir negociação de data base para servidores da Secretaria de Educação do Amazonas
Trabalhadores estão preocupados com os prazos, menores em ano eleitoral, para as negociações.
O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom/Sindical) e o Sindicatos dos Trabalhadores em Educação do Amazonas anunciaram para esta semana ações de mobilização das categorias profissionais da Secretaria de Educação do Estado (Seduc-AM) com o objetivo de garantir o pagamento do reajuste da data base.

Detalhe do comunicado do Asprom-Sindical nas redes sociais da entidade.
O Asprom-Sindical marcou para esta quarta-feira (25/02), às 8h, em frente à sede da Seduc, a realização de um ato público para reunir a categoria, para cobrar a abertura de mesa de negociação da data-base deste ano, a partir de 1° de março.
De acordo como comunicado nas suas redes sociais, o Asprom-Sindical informou que já enviou dois ofícios para a Seduc-AM, solicitando audiência, para que não haja atraso no pagamento do reajuste salarial dos professores. De acordo com o coordenador jurídico da entidade, Lambert Melo, não houve resposta.
Assembleia
O Sinteam anunciou a realização de uma assembleia para o dia 27, considerando que 2026 é um ano eleitoral e que há prazo para a decisão sobre a data base. “A legislação impõe limite: a partir de 180 dias antes da eleição, nenhuma pauta que envolva aumento real pode ser concedida”, diz em comunicado em suas redes sociais.

Número apresentados pelo Sintem sobre os salários da categoria, nas redes sociais.
“Isso significa que o tempo para negociar reajuste com ganho real, valorização e melhoria no vale-alimentação é agora. Se a gente não se mobilizar antes desse prazo, depois não vai adiantar. É momento de decisão. Em ano eleitoral, quem não se organiza perde espaço. Firmes na luta!”, diz o comunicado.
De acordo com o Sinteam, o piso nacional do magistério mais que dobrou em 7 anos, enquanto os profissionais do Amazonas sofrem com o achatamento salarial. “Em 2019, o salário inicial era 70% maior que o piso. Hoje, essa diferença caiu para menos de 10%. Isso é perda de salário e de carreira ao longo do tempo”, informou.
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