Norma ampliava a jornada de trabalho dos professores da rede estadual, sem qualquer reajuste salarial.
Segundo o representante da entidade, há escolas sem merenda escolar, falta de carteiras e alunos estudando sentados no chão.
Sindicato pede que o MPAM investigue a legalidade da Instrução Normativa, adote as medidas cabíveis e atue para suspender os efeitos da mudança.
Em manifestações no Centro antigo de Manaus, neste domingo (07/09), o Sinteam cobrou reajustes ao governador do Amazonas, Wilson Lima.
Segundo a sindicalista, os atrasos nos pagamentos levaram a Hapvida a ameaçar a suspensão dos atendimentos eletivos em 5 dias úteis.
"A vigilância continua! Vamos monitorar os próximos pagamentos e cobrar garantias para que isso não se repita", diz a nota postada pelo Sinteam.