A região em uma baixíssima representatividade no ranking, reflexo direto das dificuldades históricas de infraestrutura, logística e capacidade institucional, diz presidente da Abes.
Procurador diz que "os baixos índices de saneamento e de tratamento de esgoto em cidades do Amazonas evidenciam ainda desafios históricos, sociais, ambientais, institucionais e econômicos,...
Em 2024, mais de 100 milhões de pessoas ainda dependiam de água de superfície proveniente de rios, lagoas e canais coletivos para consumo.
Acesso a sistemas formais de água recuou 0,5 ponto percentual.
Foram investidos R$ 1.158 bilhão em saneamento básico no período, quase o mesmo montante das demais capitais da região que, somadas, investiram R$ 1,3 bilhão.