Segundo a agência, o fenômeno pode figurar entre os mais intensos desde 1950, quando os registros começaram.
Fenômeno pode alterar chuvas e temperaturas no Brasil, mas especialistas afirmam que ainda é cedo para prever impactos extremos com precisão.
A nova projeção representa um aumento em relação à discussão divulgada em abril, quando a probabilidade de formação no mesmo trimestre era de 61%.