Segundo os estudiosos, a perda de floresta alterou o ciclo natural da água na região, tornando o clima mais seco e instável.
Os impactos na vazão serão mais intensos nos rios Juruá, Purus, Tapajós e Xingu, todos afluentes do Rio Amazonas.
Estudo foi produzido em parceria com o governo brasileiro e será apresentado na COP30, em Belém
Imersos em uma água mais quente do que a de uma banheira aquecida, botos e peixes agonizaram até morrer, segundo estudo.
A pesquisa mostrou que 21 mm de chuvas deixaram de cair todo ano na Amazônia na estação seca entre 1985 e 2020 em razão do desmatamento.