O compromisso foi reafirmado durante o discurso de abertura do Ano Judiciário de 2026.
Presidente do tribunal afirmou que 'irregularidades alegadas serão examinadas nos termos regimentais e processuais'.
"A violência nas áreas rurais da Amazônia está diretamente ligada a essas atividades ilegais, o que torna a região ainda mais vulnerável", disse o ministro.