Taxa foi de 18,4% em 2025, a menor da série histórica de acordo com o boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido em parceria pelo Observatório das Metrópoles.
Na escala, que vai de 0 a 1, o país saiu de 0,744 ponto, registrado em 2012, para 0,805, o maior já marcado.
Números apontam que discriminação elevam dificuldades enfrentadas pela comunidade para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.