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Economia

Desemprego cai para 5,1% no quatro trimestre de 2025, aponta IBGE

Taxa de informalidade foi maior no Maranhão, Pará e Amazonas

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A taxa de desemprego caiu em 21 Unidades da Federação na passagem do terceiro trimestre de 2025 para o quarto trimestre do ano passado, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (20). Na média nacional, a taxa de desemprego caiu de 5,6% no terceiro trimestre de 2025 para 5,1% no quarto trimestre.

O instituto pondera que algumas dessas variações ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, por isso não são consideradas estatisticamente significativas. Houve quedas de forma estatisticamente significativa em apenas seis das 27 Unidades da Federação no período.

Em São Paulo, a taxa de desemprego passou de 5,2% para 4,7% no período. No quarto trimestre de 2025, as maiores taxas de desocupação foram as de Pernambuco (8,8%), Amapá (8,4%), Alagoas (8,0%), Bahia (8,0%) e Piauí (8,0%), enquanto as menores ocorreram em Santa Catarina (2,2%), Espírito Santo (2,4%), Mato Grosso do Sul (2,4%) e Mato Grosso (2,4%).
Informalidade
No quarto trimestre de 2025, a taxa de informalidade no País foi maior nos Estados do Maranhão (57,3%), Pará (56,7%) e Amazonas (51,6%).

Por outro lado, as Unidades da Federação com as taxas de informalidade mais baixas foram Santa Catarina (25,7%), Distrito Federal (27,1%) e São Paulo (29,7%).

No quarto trimestre, a taxa de informalidade dos brancos (32,2%) era menor que a de pretos (40,1%) e pardos (42,2%).

Quanto ao sexo, a informalidade era maior entre homens (39,2%) do que entre mulheres (35,5%). No total do Brasil, a taxa de informalidade foi de 37,6% no quarto trimestre de 2025.

Taxa de subutilização da força de trabalho
Também segunda a pesquisa do IBGE, no quarto trimestre de 2025, a taxa composta de subutilização da força de trabalho foi mais elevada nos Estados do Piauí (27,8%), Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%).
Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).

Na média nacional, a taxa de subutilização foi de 13,4% no quarto trimestre de 2025.

Massa de renda
A massa de renda do trabalho em circulação na economia atingiu patamar recorde em 2025 em 25 das 27 Unidades da Federação.

“Para a massa de renda, somente o Mato Grosso e Alagoas não atingiram o máximo em 2025”, disse William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.

Na média anual nacional, a massa de renda alcançou um recorde de R$ 361,743 bilhões em 2025. Em São Paulo, a massa de renda subiu ao ápice de R$ 102,946 bilhões. O rendimento real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.560 em 2025.

Os maiores valores foram registrados no Distrito Federal (R$ 6 320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177), enquanto os menores ficaram com Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).

No ano de 2025, a taxa de desemprego média desceu ao piso histórico em 20 Unidades da Federação. No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego cravou a mínima histórica em 16 das 27 Unidades da Federação.


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