Brasil
Mendonça autorizou quebra de sigilo de Lulinha antes de CPMI
Na CPMI, o pedido para a quebra dos sigilos foi apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União), com base em representação da Polícia Federal
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), por suspeita de envolvimento no escândalo do INSS, antes de a CPMI aprovar a medida. O pedido ao ministro foi feito pela Polícia Federal.
Mendonça autorizou a quebra de sigilo antes do pedido da CPMI. A informação foi publicada pelo site Poder 360 e confirmada pelo UOL.
Na CPMI, o pedido para a quebra dos sigilos foi apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União), com base em representação da Polícia Federal. O objetivo é apurar se Lulinha teria sido destinatário indireto de repasses investigados no esquema de fraudes no INSS.
Segundo a PF, há três menções ao nome de Lulinha nos autos. Um ex-sócio de Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, afirmou que ele seria “sócio” do lobista em projeto ligado à cannabis medicinal e teria recebido R$ 25 milhões para um negócio de “kits de dengue”, além de uma suposta “mesada” de R$ 300 mil.
utro ponto citado é a emissão de passagens aéreas sob o mesmo localizador para Lulinha e Roberta Luchsinger. Segundo a PF, isso indicaria aquisição conjunta e reforçaria o vínculo entre ambos. Os investigadores não informam quem pagou pelos bilhetes.
Roberta Luchsinger foi alvo da operação Sem Desconto. Segundo a PF, ela integraria o núcleo político do grupo liderado pelo Careca do INSS e teria atuado na movimentação de valores e na gestão de estruturas empresariais usadas, em tese, para ocultação de patrimônio.
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