Amazonas
Amazonas registra queda de 2,8% no volme de serviços em agosto de 2026, aponta IBGE
Atividades turísticas tiveram queda de 15% no Estado, em agosto,
O volume de serviços registrou queda de 2,8% no Amazonas, em agosto de 2026, com relação ao mês anterior e de 4% com relação ao mesmo mês de 2025, acumulando uma redução de 4,4% no ano e de 5,6% nos últimos 12 meses, de acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Na média nacional, em agosto de 2026, o volume de serviços no Brasil teve variação negativa de 0,1% frente a julho, na série com ajuste sazonal. Dessa forma, o setor de serviços está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do auge da série histórica (outubro de 2025). Frente a igual mês do ano anterior, o volume de serviços cresceu 0,6%, seu 29º resultado positivo consecutivo. O acumulado do ano chegou a 1,7% frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses avançou 2,2% em agosto de 2026, desacelerando frente a julho (2,4%).
Regionalmente, 12 das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços em agosto de 2026, frete ao mês imediatamente anterior, acompanhando o decréscimo observado no resultado do Brasil (-0,1%) – série ajustada sazonalmente. Entre os locais com taxas negativas nesse mês, o impacto mais importante veio da Bahia (-4,8%), seguido por Espírito Santo (-4,5%), Ceará (-3,1%), São Paulo (-0,1%) e Mato Grosso (-2,3%). Em contrapartida, Distrito Federal (3,7%) exerceu a principal contribuição positiva do mês, seguido por Minas Gerais (0,8%), Paraná (1,0%) e Rio de Janeiro (0,5%).
Frente a igual mês do ano anterior, a expansão do volume de serviços no Brasil (0,6%) foi acompanhada por apenas 11 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (0,9%), seguido por Distrito Federal (9,0%), Bahia (8,3%), Minas Gerais (2,5%) e Rio de Janeiro (1,4%). Em sentido oposto, Mato Grosso (-8,3%), Ceará (-8,0%), Goiás (-4,5%) e Mato Grosso do Sul (-6,9%) lideraram as perdas do mês.
No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (1,7%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 15 das 27 unidades da federação também mostrou expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,1%), seguido por Distrito Federal (9,1%), Bahia (4,0%), Rio de Janeiro (0,6%), Santa Catarina (1,3%) e Mato Grosso (0,8%). Por outro lado, Ceará (-4,8%) registrou a influência negativa mais importante sobre índice nacional, seguido por Amazonas (-4,4%), Goiás (-1,8%) e Mato Grosso do Sul (-2,3%).
Turismo
Em agosto de 2026, o índice de atividades turísticas apontou expansão de 2,5% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou ganho de 5,5%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. Regionalmente, 14 dos 17 locais pesquisados acompanharam a expansão verificada na atividade turística nacional (2,5%). A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (3,5%), seguido por Rio de Janeiro (2,0%) e Minas Gerais (3,2%). Em sentido oposto, Bahia (-12,3%) apontou o principal impacto negativo.
Na comparação com agosto de 2025, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 0,9%, interrompendo uma sequência de cinco taxas negativas. Neste mês, foi impulsionado, principalmente, pelo aumento na receita de empresas dos ramos de restaurantes; locação de automóveis; e serviços de bufê.
Dez das dezessete unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para o Rio de Janeiro (4,5%), seguido por Bahia (10,4%), Minas Gerais (6,6%), São Paulo (1,1%) e Rio Grande do Sul (6,1%). Já Paraná (-7,4%) e Pernambuco (-10,2%) exerceram os principais impactos negativos do mês, seguidos por Distrito Federal (-7,3%), Amazonas (-15,0%), Pará (-14,0%) e Ceará (-8,5%).
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