Economia
Manaus tem 2º maior aumento médio no preço de imóveis residenciais em janeiro, aponta FipeZAP
Em Manaus, o índice acumulado nos últimos 12 meses é de 4,81% e o preço médio ficou em R$ 7.298 o metro quadrado (m²).
Ao lado de Salvador (BA) e abaixo de Belém (PA), Manaus foi a capital do País com o segundo maior aumento no preço de imóveis residenciais em janeiro de 2026. Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 1,07% mais caro na capital do Amazonas no primeiro mês do ano, segundo dados do Índice FipeZAP.

Em Manaus, o índice acumulado nos últimos 12 meses é de 4,81% e o preço médio ficou em R$ 7.298 o metro quadrado (m²). No mês, as maiores varrições ocorreram nos bairros Compensa, Adrianópolis e Japiim. Os maior valor médio do metro quadrado foram em Adrianópolis, Aleixo e Ponta Negra.
O FipZAP, eito com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, registrou um aumento médio no País de 0,20% em janeiro de 2026, o que representou uma desaceleração em relação aos dois meses anteriores: novembro (+0,58%) e dezembro (+0,28%). Além disso, a variação também foi inferior ao registro de janeiro de 2025, quando os preços residenciais avançaram, em média, 0,59%.
Em um contexto histórico ampliado, o último resultado mensal representou a menor variação do Índice FipeZAP desde março de 2021 (+0,18%). Na comparação com outros índices de referência do mercado, a prévia da inflação ao consumidor de janeiro, dada pelo IPCA-15/IBGE, também apresentou uma alta de 0,20%, enquanto o IGP-M/FGV mostrou uma elevação de 0,41% dos preços da economia brasileira. Considerando as diferentes tipologias, o maior avanço mensal ocorreu em imóveis com um dormitório (+0,46%), enquanto unidades com três dormitórios registraram a menor variação mensal (-0,16%).
No tocante à sua abrangência geográfica, 47 das 56 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP exibiram valorização em janeiro, incluindo 16 das 22 capitais que integram essa lista: Belém (+2,19%); Manaus (+1,07%); Salvador (+1,07%); Florianópolis (+0,82%); Brasília (+0,65%); Natal (+0,62%); Fortaleza (+0,53%); Vitória (+0,40%); Rio de Janeiro (+0,17%); Teresina (+0,17%); São Paulo (+0,15%); Goiânia (+0,14%); Aracaju (+0,10%); Campo Grande (+0,08%); Maceió (+0,04%); João Pessoa (+0,03%).
Em contrapartida, houve recuos nos preços em: São Luís (-1,02%); Curitiba (-0,66%); Belo Horizonte (-0,24%); Recife (-0,23%); Cuiabá (-0,23%); e Porto Alegre (-0,12%).
Nos últimos 12 meses: o Índice FipeZAP passou a acumular uma alta de 6,12% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro de 2026. Com esse resultado, o índice se manteve acima da variação do IGP-M (-0,91%) e da inflação ao consumidor, dada provisoriamente pela variação do IPCA/IBGE nos 11 meses encerrados em dezembro, acrescida da prévia de janeiro, dada pelo IPCA-15* (+4,31%). No recorte tipológico, imóveis com um dormitório registraram a maior
O preço médio de venda de imóveis residenciais (apartamentos prontos – para venda em janeiro de 2026, o valor médio apurado no âmbito do Índice FipeZAP foi de R$ 9.642/m². Entre os tipos de imóveis analisados, imóveis com um dormitório apresentaram o maior preço médio (R$ 11.717/m²), enquanto as unidades com dois dormitórios registraram o menor valor (R$ 8.653/m²).
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